Clube da Luta |
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The first rule of fight club is: you don't talk about fight club.
The second rule of fight club is: you don't talk about fight club. The third rule in fight club is: when someone says "stop" or goes limp, the fight is over. The fourth rule is: only two guys to a fight. Fifth rule: one fight at a time. Sixth rule: no shirts or shoes. Seventh rule: fights go on as long as they have to. And the eighth rule of fight club is: if this is your first night, you have to fight. |
terça-feira, agosto 27, 2002
Pessoas, não tenho a menor idéia se isso é verdade ou não, porque sou completamente estúpido e alienado. O pouco de lucidez que me resta me diz que é mais um protesto radical e exagerado da oposição. Mas aí vai. Esse lance da base de Alcântara eu já tinha comentado, aqui e aqui. Os mais esclarecidos por favor opinem e me ajudem a entender.....
Aproxima-se o momento decisivo. De um lado, estão os banqueiros, as corporações, o FMI, o governo dos Estados Unidos e o seu fiel vassalo no Brasil, o governo FHC. De outro, estão os povos, trabalhadores e jovens das Américas. O nome do jogo é Alca (Área de Livre Comércio das Américas). Para aumentar seus lucros eles querem criar a Alca e com isso gerar mais desemprego e miséria, no Brasil e nas Américas. Querem também ocupar militarmente a Amazônia. Estão de olho na Base de Alcântara, que eles querem transformar em território dos Estados Unidos, com a “benção” de FHC. Contra isso, será realizado um plebiscito, no Brasil e em toda a América Latina, para dizer “não” à Alca. Em nosso País, a consulta acontecerá entre os dias 1 e 7 setembro. Todos os brasileiros, maiores de 16 anos, estão convocados. Vote. AS CONSEQÜÊNCIAS DA ALCA EM SUA VIDA: A implantação da Área de Livre Comércio ameaça transformar a sua vida num pesadelo. Veja o que pode acontecer: 1) AUMENTO BRUTAL DO DESEMPREGO: Atualmente, um em cada cinco trabalhadores brasileiros está desempregado. Com a Alca, isso vai piorar ainda mais. Muitas empresas brasileiras vão fechar, pois não conseguirão concorrer com os produtos importados dos Estados Unidos. O desemprego poderá atingir de 30 a 40% dos trabalhadores. As transnacionais vão abocanhar até as compras governamentais. Ou seja, o governo poderá ser obrigado a importar até merenda escolar. 2) ATÉ O ACESSO À ÁGUA ESTÁ AMEAÇADO: Eles querem que a água se transforme em “propriedade hemisférica”, ou seja, das grandes empresas transnacionais. Na Bolívia uma dessas transnacionais tentou se apropriar dos rios que os camponeses indígenas usam milenarmente para irrigar sua lavoura e cobrar pela água. No Brasil, eles querem privatizar toda a rede de água e saneamento básico e também o petróleo e o gás, como já fizeram com a energia. Você já está sentindo no bolso os aumentos da conta de luz. Com a Alca verá também a água será para poucos. 3) DA MEDICINA POPULAR AOS ALIMENTOS: AS CORPORAÇÕES QUEREM TUDO! Você poderá ser obrigado a pagar caro até por um chazinho de boldo ou de quebra-pedra. Com a Alca, as transnacionais farmacêuticas poderão patentear e transformar em sua propriedade - como se fosse sua “descoberta”- qualquer planta ou medicina popular. E poderá processar qualquer um que usar tais medicamentos sem pagar. Isso vale também para as sementes. No México, uma transnacional patenteou um tipo de milho que há séculos é plantado pelos camponeses. Agora, pode processá-los ou exigir pagamento por seu uso. Uma lata de sementes de tomate aumentou seu preço 300 vezes depois de “patenteada”. 4) A EDUCAÇÃO E SAÚDE PÚBLICAS SERÃO PRIVATIZADAS: O povo sabe, porque sente na pele quando tem de procurar um hospital público ou na hora de escolher escola para o filho, do descaso com que o governo lida com estas questões sociais. E mais. O objetivo do governo é jogar para a iniciativa privada estes serviços. Por isso FHC vem diminuindo a cada ano os recursos destas áreas. E com a Alca isso só tende a piorar: mais dinheiro para os banqueiros e para as transnacionais, menos para as escolas, hospitais e serviços públicos. 5) FIM DOS DIREITOS SOCIAIS E TRABALHISTAS: A Alca vai acabar com o 13º salário, o FGTS, as férias, a licença maternidade, o pagamento de horas extras e de outros direitos adquiridos pelos trabalhadores. A “reforma”do governo FHC na legislação trabalhista que visa a acabar com a CLT é uma exigência da Alca. Mais de 50% dos trabalhadores brasileiros não possuem carteira assinada. Com a Alca esse número vai aumentar ainda mais. 6) MAIS ARROCHO SALARIAL: Os salários serão ainda mais reduzidos. As empresas vão se instalar nos países onde são pagos os salários mais baixos. Vão tentar jogar os trabalhadores de um país contra os outros. Algo desse tipo já aconteceu no México, a partir de 1994, quando o país entrou para a Área de Livre Comércio da América do Norte, com os Estados Unidos e o Canadá. Os salários, no México, foram reduzidos em 20%. Aumentou o desemprego e a pobreza: os pobres, que eram 40% da população, hoje somam 75%. 7) A AMAZÔNIA TAMBÉM NA MIRA DA ALCA: Os Estados Unidos estão de olho na Amazônia. Querem que a floresta deixe de ser brasileira e torne-se “propriedade hemisférica” (isto é, propriedade das empresas transnacionais americanas). Em outras palavras, querem abocanhar a riqueza mineral e a biodiversidade existente na floresta, o que ameaça todo o ecossistema amazônico. E mais. Os norte-americanos vão despachar para o Brasil e para toda a América Latina empresas transnacionais altamente poluidoras como fizeram no México. A DIVIDA EXTERNA E A ALCA No começo da ditadura militar, em 1964, o Brasil devia US$ 2,5 bilhões. O Brasil pagou bilhões e bilhões aos banqueiros. Apesar disso, quando FHC assumiu o governo em 1995, a dívida externa já tinha pulado para US$ 148 bilhões! Só entre 1995 a 2001, o governo FHC transferiu para os credores do exterior nada menos do que US$ 310 bilhões. Isso significa que, em seis anos, o governo pagou aos bancos uma quantia equivalente a quase tudo o que o país produz ao longo de um ano inteiro de trabalho! Mas, ainda assim, a dívida cresceu. Em junho deste ano, já ultrapassava US$ 250 bilhões! Para garantir os pagamentos, o governo privatizou as estatais. E para atrair investimentos externos, paga mais altas taxas de juros do mundo. E a dívida cresce... Só em 2002, até o mês de abril o governo federal pagou R$ 16 bilhões de juros. Isso é mais do o valor total do que será gasto este com educação. O povo paga o pato. Para garantir o pagamento dos juros da dívida externa, o governo tira do povo os serviços básicos. A população tem sido vítima de uma sangria que transfere as riquezas geradas pelo seu trabalho para os banqueiros no Brasil e no exterior. A dívida externa coloca o Brasil de joelhos diante de seus credores. Em nome dos interesses dos credores, o Fundo Monetário Internacional (FMI) impõe reformas e pacotes econômicos que produzem desemprego e a miséria. É preciso acabar com essa sangria das riquezas nacionais. A solução do problemas da dívida é condição indispensável para a realização de um projeto de desenvolvimento brasileiro que priorize responder de forma soberana às necessidades do povo e da Nação. ACORDO DE ALCÂNTARA AGRIDE A SOBERANIA DO BRASIL Em 1980, o governo brasileiro criou uma base de lançamentos de foguetes no município de Alcântara, interior do Maranhão. Para isso desapropriou uma área de 52 mil hectares. Em 1990, a área foi ampliada para 62 mil hectares. Cerca de 500 famílias, a maioria descendentes de quilombos, foram removidas para sete agrovilas. Agora, até de estar longe dos locais de pesca, a terra que receberam é imprópria para a agricultura. O pior é que a Base poderia funcionar com apenas 8 mil hectares, que são os de fato ocupados pelos militares e suas instalações. FHC FAZ ACORDO SERVIL COM OS AMERICANOS Em 2000 o Governo FHC assinou um acordo com os Estados Unidos cedendo a área da Base de Lançamento de Alcântara para os EUA. O acordo permite que a área seja transformada em base militar dos americanos, que passariam a ter total controle da área. Inclusive o direito de decidir quem pode ou não entrar nela. Pior: a alfândega brasileira não teria permissão nem de fiscalizar as cargas que chegarem dos Estados Unidos para a Base. E sabe quanto o Brasil vai receber por isso? 34 milhões de dólares por ano. Este é o valor pelo qual o Governo FHC vende a soberania do Brasil. ALCÂNTARA TEM LOCALIZAÇÃO ESTRATÉGIA A região está localizada dois graus abaixo da linha do Equador. De lá pode-se fazer lançamento de foguetes com economia de 30% de combustível. O Acordo abre caminho para a presença norte-americana ao redor da Amazônia. Os EUA já colocaram bases militares na Bolívia, no Equador e na Colômbia. No Brasil eles já atuam com um escritório da CIA em São Paulo, além de empresas norte-americanas controlando o Sivam (Sistema de Vigilância da Amazônia). PROCEDENTES PERIGOSOS O Acordo não permite, por exemplo, que o Brasil negocie lançamentos com governos que tenham “dado apoio a atos de terrorismo”. Claro que quem determina quem são os terroristas são os EUA. E os critérios do império variam de acordo com seus interesses. Por exemplo, países como o Irã, Iraque, Síria, Líbia, Cuba, Coréia do Norte e Sudão já estão enquadrados pelo EUA nestes critérios. ALERTA GERAL! A Constituição brasileira determina que acordo internacional precisa de aprovação do Congresso. Em 2001, a Comissão de Relações Exteriores da Câmara de Deputados, a partir de um relatório do Deputado Waldir Pires (PT-BA), indeferiu o Acordo. Depois, o Acordo foi aprovado pela Comissão de Ciência e Tecnologia, a partir de um parecer favorável do Deputado José Rocha (PFL-PA). Em março deste ano, o Acordo foi encaminhado para a Comissão de Constituição e Justiça. O relator é o Deputado Zenaldo Coutinho (PSDB-PA). Se for aprovado por esta Comissão, o Acordo vai à votação na Câmara dos Deputados. O acordo assinado impede o desenvolvimento tecnológico do País, em suas cláusulas. Interdita, a rigor, nossa relação científica, imediata ou futura, que tanto nos convém, com os países tecnologicamente mais avançados do setor, como a Rússia, a França, a Ucrânia, a China, a Índia, Por quê? Para salvaguardar a tecnologia norte-americana, que nos é negada? A sociedade brasileira não haverá de permitir que se consolide a violação da soberania do Brasil, que é o primeiro dos princípios fundamentais da Nação. MANIFESTO CONTRA A ENTREGA DE ALCÂNTARA PARA OS EUA Artistas, intelectuais, lideranças populares, parlamentares, dirigentes de movimentos sociais e personalidades da vida pública do país, participaram, no dia 24 de junho, no Rio de Janeiro, do ato de lançamento do Manifesto Nacional Contra a Entrega da Base de Alcântara para os EUA. O Evento em defesa da soberania do Brasil foi organizado pela Campanha Nacional pelo Plebiscito da Alca. O Manifesto ressalta que o verdadeiro objetivo dos EUA não é simplesmente o lançamento de foguetes, mas sim avançar em seu controle militar sobre a região amazônica. A estratégica dos EUA inclui a integração com as suas bases militares instaladas na Bolívia, Equador e Colômbia. Portanto, está em jogo a Soberania Nacional e o controle da Amazônia e de suas riquezas, de sua biodiversidade e de fontes de água potável”. O documento termina com um apelo ao povo brasileiro: é urgente a mobilização da sociedade brasileira e dos movimentos sociais em repúdio à entrega de uma parte estratégica do território nacional ao governo norte-americano. É preciso defender o território tradicional das comunidades quilombolas de Alcântara, que há mais de duzentos anos resistem ao colonialismo”. ATO EM QUITO REÚNE A AMÉRICA LATINA Entre os dias 27 de outubro a 10 de novembro acontecerão em Quito, Equador, as Jornadas Continentais de Mobilização e Resistência contra a Alca. Estas atividades são uma reposta à reunião de ministros responsáveis pela negociação da Alca, marcada para este mesmo período. As “jornadas de luta” são uma forma de unir os povos das Américas. Elas foram decididas, em abril de 2001, por uma Conferência dos Povos, realizada em Quebec (Canadá). Antes da reunião dos ministros, os movimentos sociais deverão realizar manifestações em seus países. Em Quito, as jornadas se iniciarão no dia 27 de outubro, com um ato político-cultural. O dia seguinte estará dedicado às reuniões preparatórias das redes continentais. Nos dias 28 e 29, acontecerão conferências e oficinas desenvolvidas pelas diversas redes e organizações sociais do continente que participam da luta contra a Alca. Finalmente, em 30 de outubro e 1º de novembro serão realizadas mobilizações de rua. Os movimentos sociais equatorianos estão definindo a estratégia de mobilização. As redes e organizações continentais estabeleceram uma coordenação comum desse processo: uma secretaria equatoriana com sede em Quito (contralca@ecuanex.net.ec) e a Secretaria da Aliança Social Continental com sede em São Paulo (sricut@uol.com.br). terça-feira, agosto 13, 2002
segunda-feira, agosto 12, 2002
Estou com delirium tremem... faz uns par de dia que não bebo nada... hehehe
e tive que voltar a dormir! agora to o mesmo atormentado de sempre... um lixo... quinta-feira, agosto 08, 2002
Algumas vezes a gente para de lutar por besteiras...
Atualmente encontrei paz de um jeito estranho... Eu misturei tantos problemas na minha cabeça que não consigo pensar em nada direito e, conseqüentemente, não consigo odiar nada... É interessante ficar assim anestesiado... tem parte dos dias que parecem sonho, nem sei se fui eu mesmo que fiz... tem flashes estranhos e coisas que eu gostaria de esquecer, como uma certa bebedeira de sexta-feira. O segredo da paz interior: Não dormir e tomar alguns porres violentos dia sim, dia não... Vai por mim! Sua cabeça vira um milk-shake.. até seu vômito vai fazer mais sentido! Ah! e eh verdade mesmo! não brigo mais com a tati... hehehehe |